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Presidente Do Sescon-SP Debate Home Office Hoje E No Pós-pandemia

Presidente do Sescon-SP debate home office hoje e no pós-pandemia

Home Office, como nova configuração corporativa que já está incorporada na vida de todos, foi o tema da Live realizada pelo Núcleo de Jovens Empresários do SESCON-SP.

Participaram do debate o empresário contábil Diego Gonçalves, a coordenadora do núcleo de Jovens Empresários do Sescon-SP, Ana Maria Galloro e o presidente do Sescon/SP, Reynaldo Lima Junior.

“Acredito que esse é um modelo que não tem volta, por isso estamos trabalhando para oferecer aos nossos associados tecnologias para que eles se adaptem a esse modelo. Muita coisa boa surgiu depois da pandemia e também nos trouxe uma lição: temos que investir em tecnologia. A grande maioria das empresas, infelizmente, não estavam preparadas. Na minha empresa, por exemplo, estamos fazendo uma transição de sistema. Nem 100% na nuvem e nem 100% no sistema da empresa. Todos podem fazer essa transição”, infirmou Reynaldo, acrescentando que está fazendo parcerias para dar apoio aos associados com pacotes de serviços nas áreas de tecnologia e financiamento.

Diego explicou a diferença entre home office e trabalho remoto: O primeiro é o estado fisico e o segundo é a essência. Ele concordou com Lima que esse sistema veio pra ficar.

“Essa tem sido uma grande oportunidade de se reinventar. Depois que tudo passar, cabe ao gestor junto com a equipe determinar um modelo depois que tudo voltar. Porque agora não é padrão” avalia.

Ana Maria disse que o grande desafio é manter a equipe engajada e unida. “As pessoas se veem menos, mas se falam muito. Em alguns casos ficam mais juntas do que antes”, comentou.

“Antes da pandemia, quando se cogitava fazer home office, havia muita resistência. Mas com a pandemia tivemos que nos adaptar ao modelo.
A maioria dos meus colaboradores não querem voltar para a empresa.
As empresas têm que criar outros mecanismos de controle até para que as pessoas saibam que elas têm metas. Muitas vezes temos o aumento da produtividade a distância porque as pessoas estão mais focadas na entrega do que no cumprimento do horário. É um modelo bastante interessante”, avalia Lima.

Lima alertou ainda que o home office não estava nas convenções coletivas, apesar de estar previsto na última Reforma Trabalhista.

“Temos um aditivo na convenção coletiva da capital que tem validade por 6 meses ou até o fim da calamidade pública. Hoje estamos em um momento de exceção, mas com o fim da pandemia vamos reconstruir o modelo com o auxílio de todos os sindicatos laborais”, disse.

Diego observa que o conceito de trabalho remoto beneficia o trabalhador. As pessoas perdem muito tempo no trânsito. Quem é mãe pode ficar mais perto do filho. Para as empresas, gasta-se menos com aluguel, vale transporte, entre outros itens. “Depois que passar esse período de crise, as empresas poderão realocar custos. Quem é pequeno tem dificuldade de investir em marketing. Quando vc reduz custo, acaba tendo recurso para investir em outras coisas”, explica.

Fonte: Fenacon

 

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